Olá meus amigos e amigas,
Estou iniciando o meu post, com essa pergunta: O casamento é um prato feito? Ou um prato vazio?
Acredito que seja um “prato vazio”, ou “quase vazio”, certo? “Um prato vazio ou quase vazio, não enche barriga e não dá aquele prazer para ninguém” , vejamos que quando o casal está no matrimônio, ele passou pelo namoro e noivado seguindo a ordem “natural” (depende.. Alguns pulam o noivado, conforme a “necessidade”, entenderam né?), Será que desde o começo que estavam namorando, se conheceram o suficientemente? E no noivado? Então percebemos que no casamento poderá ter alguns reflexos “preocupantes” desde o tempo de namoro, por quê? Como já disse anteriormente em outro post, nós “escondemos” o que somos em algumas situações e outras nós nos “revelamos” para o(a) nosso(a) amado(a), até nesse momento, nenhuma novidade, mas com certeza que no casamento, estaremos “montando” o nosso prato conforme a “vontade” de “comer” de cada um, lembrando que deverá ser um prato em que os dois sintam prazer de “comer”, está meio confuso? Está exagerado no sentido figurado? Vamos esclarecer melhor!!
Quer queiramos ou não, nós talvez nunca iremos conhecer o nosso cônjuge por “completo”, afinal, não temos o “poder” de ler a mente das pessoas e saber o que estão pensando, concordam? Mas quando ambos estão decididos a viverem juntos e buscando sempre o respeito, a cumplicidade, o companheirismo, a sinceridade, a confiança, acredito que o casal estará construindo e fortalecendo a formação do amor, e da credibilidade, exceto por algum motivo importante que um dos cônjuges resolve não “revelar” tudo, até para preservar o relacionamento, pois, o outro poderá reagir de forma que possa “salgar” o relacionamento na sua essência . Claro! Depende o que é que um dos cônjuges não quer revelar…. caso seja algo muito “grave” e do qual é irreversível, nesse caso, a minha opinião é que deveria contar para o(a) companheiro(a), senão, se ele(a) descobrir por outra fonte ou até mesmo sozinho(a), pode complicar seriamente o relacionamento do casal, pois a confiança foi para o brejo, ok?
O que acho sensacional no casamento, é que aprendemos a todo o momento, pois quando éramos solteiros(as), tínhamos a total liberdade de sair para passear, ir na balada, enfim… Tínhamos a escolha livre para a nossa vida, depois de casado, as coisas mudam, certo? Aquela liberdade, já não é tão tranquila, não quero dizer que é ruim, mas, devemos prestar contas aonde vamos, por exemplo. Por que se cada um resolver fazer do jeito que quiser, quando era solteiro(a), a casa irá cair, então devem conversar muito e claro terem a sua liberdade, mas com responsabilidade, não custa avisar para onde foi, custa?
Outra coisa interessante quando casados, é que cada um traz os seus hábitos “familiares” (quando morava na casa dos pais), e agora você tem outra pessoa que convive com você no mesmo espaço e com manias bem diferentes das de você, e se não souberem “trabalhar” bem essa situação, começará os “conflitos internos”, do tipo: Puxa! Como ele(a) é relaxado(a)!!, deixa tudo espalhado na casa, quando eu morava com os meus pais, não deixava nada jogado, os meus pais me ensinaram, sendo assim, das duas, uma, ou não terá coragem de falar e ficará sempre irritado(a) com o(a) seu(ua) parceiro(a), ou então fala abertamente dos maus hábitos que não concorda, sem um jeitinho especial, o(a) outro(a) ficará chateado(a) e iniciará um certo “mau estar” no relacionamento e a tendência é que o casal comece a discutir com frequência e daqui a pouco, ocorre a separação, pois acham que foram “invadidos” nos seus conceitos e não aceitam o comportamento de cada um, e ninguém quer “ceder”, o que é lamentável, pois assim estarão se distanciando, e para que juntos consigam lutar contra os desafios considerados “pequenos”, cria-se um fardo insuportável e difícil de vencer, imaginemos então quando forem os desafios “maiores” da vida.
Quando estamos casados, temos que assumir todos os compromissos e as responsabilidades que são exigidas, mas nem todos estão “preparados” ou não querem aceitar as “mudanças” que terão que fazer em suas vidas, lembrando que quando tem filhos, a coisa torna-se mais complicada, pois, tem um “ser” que precisa muito da nossa atenção e carinho, nesse caso, vamos nos desprender mais ainda de tudo e darmos toda a atenção, e também a prioridade as necessidades que esse filho precisa ( comida, banho, fraldas, leite, brinquedos, médico, escola, remédios, etc……) Então observemos que “casar” não é somente “casar”, é sim, pensarmos que agora temos outra “vida” convivendo conosco, que assumimos responsabilidades muito séria e que nos vai exigir atenção redobrada, vejam meus amigos, que não estou assustando aqueles que ainda não casaram, estou mostrando a realidade de vida de casado, por quê? Pois quantos casais separam com menos de 1 ano de casado? Estou até sendo bonzinho, alguns separam com meses de casado, ou seja, nem “sentiram” o que é a vida de casado e já “chutaram o balde”, como dizem por ai.
Quero dizer que a vida de casado é bem diferente a de solteiro, por isso, que ambos devem ter “certeza” do que querem, pois às vezes, estão empolgados e acham que vão “tirar de letra” o casamento, e quando menos imaginam, estão correndo para a “saia” dos seus pais e optam pelo mais fácil e dolorido, que é a separação, e cria-se um clima chato entre as famílias, quando há compreensão, ainda fica tranquilo, mas quando não há?
Para encerrar, casar é bom, nós devemos assumir esse “compromisso”, sim, pois afinal, não faria sentido, ficarmos somente namorando ou trocando de parceiro a qualquer momento, ficaria muito confortável e sem graça, agora no momento que assumimos esse compromisso , deve-se ter consciência do papel de cada um como marido e esposa, pai e mãe, genro e nora, companheiro e companheira, digo para todos, o casamento nos traz desafios, que com certeza, se soubermos “levar” sem estresse, sem discussões violentas, com a paciência e a compreensão, entendendo os limites de cada um, que todos nós temos as nossas imperfeições e também perceber as virtudes de cada um, assim estaremos ajudando e fortalecendo um ao outro para o nosso crescimento espiritual, lembrando que não estamos casados com aquela pessoa por “acaso”, e que agora temos mais uma família para convivermos juntos ( do marido ou da esposa) também não é por “acaso”, e que temos aqueles filhos abençoados ou difíceis, nada é por “acaso”, tudo tem um sentido e um propósito, nós precisamos conviver bem, em harmonia, amor e responsabilidade, podemos ter certeza que o casamento é maravilhoso e nos dará sempre boas lições de vida, que fará percebemos que estamos num porto seguro, onde poderemos relativamente sermos felizes, que saibamos perdoar, quando necessário e compreender com muito amor. .
Eu leio ou ouço quando noticiam sobre casamento, que não deve deixar “cair na rotina”, sempre o casal tem que estar “inventando” algo diferente para que o casamento nunca termine, caro (a) leitor (a), talvez muitos irão discordar do que vou falar, e vou respeitar, mas a minha opinião é que se houver amor, respeito, cumplicidade, confiança, carinho , harmonia e responsabilidade no casal, eu acredito que não precisa “matar um leão por dia” para manter o relacionamento matrimonial duradouro, quem pensa o contrário do que citei acima com sublinhado, não tem toda confiança em si e em seu companheiro ou companheira, quem acha que para manter o casamento , precisa fazer “malabarismos“, então em minha opinião, não seria conveniente “casar”, pois, seria algo “sofrível” e “torturoso”, pois, ser criativo na maioria das vezes e nessa correria da nossa vida moderna, acho muito complicado, não quero dizer que devemos viver na “monotonia” ou no “marasmo”, assim, também não vai a lugar nenhum, precisamos, é claro, falar a mesma “língua”, e buscar o prazer sempre em tudo o que forem realizar de sonhos juntos, assim ficarão mais tranquilos e poderão sim, viver muitos e muitos anos juntos, ou seja, envelhecerem juntos.
Abraços a todos e fiquem com Deus, até a próxima postagem.
https://casamentes.blogs.sapo.pt/tema-3-casamento-e-um-prato-feito-1712